Como cancelar o plano de saude

Como cancelar o plano de saude

Começam a valer nesta quarta-feira (10/05) as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para cancelamento do contrato do plano de saúde a pedido do beneficiário. A Resolução Normativa nº 412 se aplica aos chamados planos novos, ou seja, aos contratos celebrados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656, de 1998. Antes dessa norma, não havia regras específicas sobre o tema. Com essa resolução, a ANS padroniza esse tipo de operação e oferece mais clareza, segurança e previsibilidade ao consumidor.

A norma estipula regras para o cancelamento de acordo com cada tipo de contratação do plano (individual, coletivo empresarial ou coletivo por adesão), define responsabilidades das partes envolvidas, obriga as operadoras a emitirem comprovante de ciência do pedido de cancelamento e determina os prazos para entrega de tais comprovantes. O objetivo da ANS ao editar a norma é extinguir possíveis ruídos na comunicação entre beneficiário e operadora no momento em que o primeiro manifesta sua vontade de cancelar o contrato de plano de saúde para si ou para seus dependentes e assegurar os direitos dos consumidores.

“Essa medida é um avanço importante, pois deixa claro como o beneficiário deve fazer para obter o cancelamento do plano e estabelece o fluxo dessa solicitação. Garante, assim, mais segurança nesse tipo de operação, protegendo o beneficiário”, enfatiza Karla Santa Cruz Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS.

 


Plano individual ou familiar

O cancelamento do contrato de plano de saúde individual ou familiar poderá ser solicitado pelo titular das seguintes formas: presencialmente, na sede da operadora, em seus escritórios regionais ou nos locais por ela indicados; por meio de atendimento telefônico disponibilizado pela operadora; ou por meio da página da operadora na internet – neste caso, a operadora deverá disponibilizar em seu portal corporativo acesso ao Portal de Informações do Beneficiário da Saúde Suplementar (PIN-SS), nos termos previstos na RN nº 389, de 26 de novembro de 2015.

Feito o pedido de cancelamento, a operadora é obrigada a prestar de imediato esclarecimentos sobre as consequências da solicitação e deverá fornecer ao beneficiário comprovante do recebimento do pedido. A partir desse momento, o plano de saúde estará cancelado para o titular e seus dependentes, quando houver, ou para um ou mais de seus dependentes, caso o titular tenha apenas solicitado a exclusão de dependentes.


Plano coletivo empresarial

O beneficiário titular poderá solicitar à empresa em que trabalha, por qualquer meio, o cancelamento ou a exclusão de dependente do contrato de plano de saúde coletivo empresarial. A empresa deverá informar à operadora, para que esta tome as medidas cabíveis, em até 30 dias. Caso a empresa não cumpra tal prazo, o beneficiário poderá solicitar o cancelamento diretamente à operadora, que terá a responsabilidade de fornecer ao consumidor o comprovante de recebimento da solicitação – ficando o plano cancelado a partir desse momento.


Plano coletivo por adesão

O beneficiário titular poderá solicitar o cancelamento ou a exclusão de dependente do contrato coletivo por adesão à pessoa jurídica contratante do plano. Neste caso, a solicitação será encaminhada à operadora, para adoção das providências cabíveis – o cancelamento somente terá efeito a partir de sua ciência. Mas o beneficiário também pode comunicar a sua intenção à administradora de benefícios (quando a possibilidade figurar no contrato firmado entre a pessoa jurídica contratante e a operadora) ou ainda diretamente à operadora – nestes dois casos, o plano terá cancelamento imediato após o fornecimento do comprovante de recebimento da solicitação.

Hospital Nova Vida em Itapevi

Grupo NotreDame Intermédica assina acordo para compra do Hospital Nova Vida, em Itapevi

 

 Com esta aquisição, a sexta em pouco mais de um ano, o Grupo reforça sua Rede Própria de atendimento e se mantém na contramão do setor de Saúde Suplementar no Brasil

São Paulo, 03 de abril de 2017 – O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) acaba de anunciar a assinatura de compra do Grupo Nova Vida, que consiste na incorporação do Hospital e Maternidade Nova Vida, em Itapevi, e de mais três Centros Médicos, dois localizados em Jandira e outro em Cotia, na Grande São Paulo. Esta é a sexta aquisição do Grupo NotreDame Intermédica em pouco mais de um ano. A transação ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e condições contratuais.

Fundado em 1984 na cidade de Itapevi (Grande São Paulo), o Hospital Nova Vida possui 70 leitos, unidade de UTI e atendimento de emergência em pronto-socorro. Tanto o Hospital como os Centros Médicos fazem parte do Grupo Nova Vida e são referência em atendimento médico-hospitalar e ambulatorial na Zona Oeste da Região Metropolitana, com credenciamento dos principais planos de saúde.

Irlau Machado Filho, presidente do Grupo NotreDame Intermédica, explica que o crescimento por meio de aquisições e investimento em Rede Própria tem se mostrado eficiente ao longo dos últimos anos e contribuído significativamente para a consolidação do Grupo no setor de Saúde Suplementar no Brasil. “Esta estratégia tem papel fundamental para que possamos continuar oferecendo planos de saúde de qualidade a um preço justo. Temos nos mantido na contramão do setor graças a uma gestão que aposta na qualidade do atendimento a um preço acessível. Nosso modelo tem nos permitido oferecer planos de saúde até 20% mais baratos que os da concorrência”, ressalta o presidente do GNDI.

Cronograma de aquisições do Grupo NotreDame Intermédica:

Novembro de 2015 – Conclui a aquisição do Grupo Santamália Saúde, um dos principais da região do ABCD Paulista, englobando os Hospitais Bosque da Saúde e Montemagno, 17 Centros Clínicos, cinco unidades de pronto atendimento e 250 mil vidas.

Dezembro de 2015 – Concluiu a compra do Hospital Family, em Taboão da Serra.

Setembro de 2016 – Anuncia a aquisição dos ativos da Unimed ABC, com uma carteira de 70 mil vidas, além de um hospital com 110 leitos, cinco Centros Clínicos e duas Unidades de Pronto Atendimento 24 horas.

Janeiro de 2017 – Compra o Hospital Samci, o primeiro Hospital do Grupo no Rio de Janeiro, com duas unidades localizadas no bairro da Tijuca. O Hospital possui o total de 80 leitos, sendo 17 em UTI pediátrica e oferece internações clínicas e cirúrgicas, além de possuir ambulatório e Pronto Atendimento infantil 24 horas, consultas eletivas em diversas especialidades, exames e serviços de suporte diagnóstico.

Fevereiro de 2017 – Anuncia a aquisição do Hospital São Bernardo, que engloba três unidades localizadas na região do ABC Paulista: Hospital São Bernardo; Hospital Baeta Neves e Centro Clínico São Bernardo.

Abril de 2017 – Assinatura de compra do Hospital Nova Vida, em Itapevi, que engloba também três Centros Médicos na mesma região.

Hospital São Bernardo

NotreDame Intermédica assina acordo para compra do Hospital São Bernardo e amplia presença no ABC

Em pouco mais de um ano, esta é a quinta aquisição do Grupo, que vem apresentando resultados positivos, na contramão do setor de Saúde Suplementar no Brasil

São Paulo, 23 de fevereiro de 2017 – O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) acaba de anunciar a assinatura de um acordo com os acionistas controladores para a compra do Hospital São Bernardo, que engloba três unidades localizadas em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista. Esta é a quinta aquisição do Grupo em pouco mais de um ano, a terceira somente no ABC.

A transação, que ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e condições contratuais, consiste na incorporação do Hospital São Bernardo, do Hospital Baeta Neves e do Centro Clínico São Bernardo à estrutura atual do Grupo, formada por 14 hospitais e 17 prontos-socorros, 70 Centros Clínicos e 10 Unidades exclusivas de Medicina Preventiva (Qualivida). As três unidades pertencem à uma única entidade jurídica e irão fortalecer o atendimento aos beneficiários na região: o Hospital São Bernardo, fundado em 1948 e o primeiro do ABC, é um hospital-geral com pronto-socorro. Já o Baeta Neves é um hospital pediátrico também com pronto-socorro. Juntos, os dois hospitais somam mais de 200 leitos. O Centro Médico São Bernardo é especializado no atendimento de consultas ambulatoriais.

Para Irlau Machado Filho, presidente do Grupo NotreDame Intermédica, a região do ABC é uma praça muito importante e estratégica, e as novas estruturas vão contribuir ainda mais para a expansão e consolidação do Grupo como um dos mais importantes e maiores do setor da Saúde Suplementar no País. “O movimento de aquisições e investimento em Rede Própria de atendimento tem se mostrado bastante eficiente e é fundamental para continuarmos oferecendo planos de saúde de qualidade a um preço justo”, explica o executivo.

Em novembro de 2015, o Grupo já havia comprado o Grupo Santamália Saúde, um dos principais da região do ABCD Paulista, englobando os Hospitais Bosque da Saúde e Montemagno, 17 Centros Clínicos, cinco unidades de pronto atendimento e 2 mil colaboradores. E, em dezembro do mesmo ano, concluiu a compra do Hospital Family, em Taboão da Serra. Em setembro de 2016, anunciou a aquisição dos ativos da Unimed ABC, com uma carteira de 70 mil vidas, além de um hospital com 110 leitos, cinco Centros Clínicos e duas Unidades de Pronto Atendimento 24 horas. Mais recentemente, anunciou a aquisição do Hospital Samci, o primeiro Hospital do Grupo no Rio de Janeiro.

Irlau Machado Filho explica que, além das aquisições, o Grupo NotreDame Intermédica tem se mantido na contramão do setor graças a uma gestão eficiente, que aposta na qualidade do atendimento a um preço acessível. “Nosso modelo de gestão nos permite oferecer planos de saúde com preços que chegam a ser até 20% mais baratos que os da concorrência”, ressalta o presidente do GNDI.

Além dos investimentos em Rede Própria, o Grupo NotreDame Intermédica apresentou recentemente novidades voltadas para o relacionamento com corretores de seguros da região, visando facilitar o dia a dia destes profissionais. Em evento para cerca de 600 corretores em SP, executivos do Grupo apresentaram uma ferramenta web mais eficiente, a criação do Conselho de Corretores, a possibilidade de rastreamento de Kits e um programa de co-corretagem. Nesta ocasião, também foi apresentado um novo produto com foco na região do ABC e Baixada Santista, o Smart 200 ABC, que irá proporcionar aos Clientes maior abrangência regional com atendimento prioritário na Rede Própria por um custo ainda mais acessível, promovendo ao Grupo NotreDame Intermédica maior competitividade e melhor posicionamento no mercado frente aos concorrentes.

Diabete Infantil

 

Diabete infantil

Criança também tem diabetes?

Sim, mas geralmente Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1).

Crianças e adolescentes são a faixa etária mais afetada pela DM1, sendo esta uma das doenças crônicas mais comuns da infância. Aproximadamente 20 de cada 100.000 crianças e adolescentes podem desenvolver DM1 a cada ano.
Sintomas de Diabetes

A criança com DM1:

tem muita fome, come muito e, apesar disso, emagrece ou não ganha peso.
tem muita sede.
urina com frequência e em grande quantidade (inclusive durante a noite).
queixa-se de visão embaçada.
sente-se fraca ou sem disposição para realizar as atividades diárias.

O que acontece no organismo de uma criança com DM1

Em pessoas sem diabetes, o açúcar de uma refeição rica em carboidratos (arroz, massas, doces, leite, frutas) é convertido em glicose no intestino. A glicose é então absorvida para o sangue.

A partir do sangue, a glicose deve ser transportada para dentro das células para fornecer-lhes energia. A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, é o transportador da glicose do sangue para dentro das células.

Em crianças com DM-1, o pâncreas não consegue produzir insulina, portanto, a glicose não pode entrar nas células para fornecer-lhes energia e a taxa de glicose torna-se muito elevada no sangue (hiperglicemia).

Não se sabe exatamente o motivo que leva algumas crianças a pararem de produzir insulina, mas sabe-se que há uma tendência hereditária associada a algum agravo ambiental como, por exemplo, uma infecção viral. Neste caso, é possível que o corpo, na tentativa de eliminar o vírus, cometa um erro e comece a destruir suas próprias células que no caso são as células do pâncreas produtoras de insulina. Isto caracteriza uma doença auto imune (o corpo destruindo suas próprias células). Diabetes tipo 1 é uma doença auto imune.

Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) em adolescentes

DM2 acomete geralmente adultos, mas pode ocorrer em adolescentes obesos. Neste caso, o adolescente é capaz de produzir insulina, mas a obesidade provoca uma resistência das células à ação da insulina, isto é, a insulina é ineficiente em transportar a glicose para dentro das células e esta se acumula no sangue causando hiperglicemia.

Os sintomas do DM2 podem ser menos perceptíveis mas também incluem sede, urina freqüente em grande quantidade, falta de energia.
Como avaliar se uma criança tem diabetes

Quando os sintomas sugerem diabetes, deve-se procurar o médico ou serviço de saúde para realizar testes apropriados para o diagnóstico. A dosagem da taxa de açúcar no sangue (glicemia) e a detecção de açúcar e/ou cetonas na urina são exames fundamentais para o diagnóstico.
Tratamento do Diabetes

Diabetes tipo 1 pode ser adequadamente controlado com injeções de insulina, dieta com quantidade equilibrada de carboidratos, proteínas e gorduras, e exercício físico regular. A taxa de açúcar deve ser monitorada várias vezes ao dia através da glicemia de ponta de dedo.

Ocasionalmente, nos eventos em que o cardápio for desfavorável à criança diabética (como festas de aniversário), a família e a criança devem aprender a chegar à melhor escolha, contando com a ajuda de doses extras de insulina.

A equipe de nutrição e de enfermagem da escola que a criança frequenta deverá compreender a importância de atender adequadamente um aluno portador de diabetes.

Antes ou após o exercício físico, é aconselhável que a criança que toma insulina tenha a glicemia monitorada, para se evitar quadros de baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia) após o exercício.

Diabetes tipo 2 pode ser tratada com dieta equilibrada, emagrecimento, exercício físico regular e, às vezes, comprimidos que ajudam o pâncreas a produzir mais insulina ou facilitam a ação da insulina.

A dieta equilibrada da criança com DM1 ou DM2 deve ser para toda a família.
A criança diabética precisa de cuidados, mas não é diferente das outras crianças

A criança diabética pode levar uma vida semelhante à das crianças sem diabetes. Quando adultos, serão perfeitamente capazes de ter uma vida normal e produtiva, como é evidenciado por atletas, artistas e músicos famosos que têm diabetes.

Entretanto, se o açúcar do sangue não for mantido em níveis próximos aos normais ao longo dos anos, a criança diabética terá maior risco de ter complicações de longo prazo que acabam por afetar os olhos, rins, coração e sistema nervoso. Seu crescimento na puberdade também poderá ser prejudicado. Portanto, diabetes requer uma vida de disciplina, monitormento e tratamento constantes, mas não impede que a criança seja feliz!

Local de Atendimento: Clinica de Especialidades Pediátricas do Hospital Israelita Albert Einstein

Autor: Teresa Cristina A. Vieira, pediatra-endocrinologista, Clínica de Especialidades Pediátricas do HIAE

Publicado em 22/11/2012

Noticias NotreDame Intermédica

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), terceira maior empresa do setor de saúde suplementar do País, reportou lucro líquido de R$ 236 milhões em 2015, aumento de 245% em relação a 2014, de acordo com os dados financeiros divulgados nesta quinta-feira, 31 de março. No período, o EBITDA (lucro antes de juros, impostos e depreciação) cresceu 110%, passando de R$ 157 milhões em 2014 para R$ 330 milhões em 2015.

Já a receita líquida alcançou R$ 2,9 bilhões, crescimento de 18% quando comparado a 2014. Em número de beneficiários, a elevação foi de quase 20%, fechando o ano com 3,6 milhões de vidas, sendo 1,9 milhão do segmento de plano de saúde, operado pela NotreDame Intermédica Saúde, 1,2 milhão da Interodonto Sistema de Saúde Odontológica e 0,5 milhão da RH Vida Saúde Ocupacional, empresas que integram o Grupo NotreDame Intermédica. O índice de sinistralidade no ano ficou em 75%, levemente melhor que a média apresentada em 2014.

De acordo com o presidente Irlau Machado Filho, “a performance apresentada em 2015 deve-se ao cumprimento rigoroso da missão do Grupo de tornar saúde de qualidade acessível a gerações de brasileiros”.

Um dos destaques do ano passado foi a aquisição do Grupo Santamália Saúde, um dos principais da região do ABCD paulista, realizada em novembro, que permitiu a ampliação da participação do Grupo no mercado de saúde com a incorporação de 250 mil beneficiários, dois hospitais, 17 centros clínicos e cinco unidades de pronto atendimento. A compra do Hospital Family, localizado em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, efetivada em dezembro passado, também reflete a estratégia do Grupo de ampliar sua rede própria.

Além das aquisições, 2015 foi marcado por outras importantes realizações como a inauguração do Centro de Oncologia na capital paulista, a reforma dos hospitais e centros clínicos, certificação de qualidade ONA (Organização Nacional de Acreditação) em todos os hospitais, lançamento do novo portfólio de produtos para contemplar todos os perfis de clientes, fortalecimento do canal de vendas via corretor, mudança da marca e integração das áreas corporativas do Grupo.

Atualmente, o Grupo Notredame Intermédica mantém 11 hospitais, 8 maternidades integradas, 14 prontos-socorros, 59 Centros Clínicos e 9 Unidades de Medicina Preventiva localizados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além de ampla rede credenciada. Desde 2014, o Grupo é controlado pela Bain Capital, fundo norte-americano que atua há mais de 30 anos no setor de saúde.

Sobre o Grupo NotreDame Intermédica

Reconhecidamente sólido, o Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) possui 48 anos de atuação na área da saúde e é representado pelas empresas NotreDame Intermédica Saúde S/A, Interodonto Sistema de Saúde Odontológica Ltda. e RH Vida Saúde Ocupacional.

A estrutura de atendimento do Grupo NotreDame Intermédica é composta por ampla rede própria e credenciada de centros clínicos, hospitais, prontos-socorros e maternidades, dentistas e clínicas odontológicas presentes em todo o País. Além disso, assessora e gerencia, em tempo real, a medicina ocupacional e a segurança do trabalho de centenas de empresas.

A companhia é pioneira em Medicina Preventiva e, por meio de programas estruturados, trabalha para oferecer saúde integral com acolhimento aos seus mais de 3,5 milhões de beneficiários, além de proporcionar qualidade de vida e bem-estar e incentivar a adoção de hábitos saudáveis em cada etapa do atendimento.

O Grupo está estruturado, hoje, com cerca de 9 mil colaboradores, 59 Centros Clínicos, 9 Unidades de Medicina Preventiva (Qualivida), 11 hospitais, 8 maternidades integradas e 14 prontos-socorros, todos próprios, localizados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além de ampla rede credenciada. Possui filiais nas cidades de Campinas Jundiaí, Santos e Sorocaba.

Em 2014, o grupo de investimentos norte-americano Bain Capital assumiu o controle acionário do Grupo NotreDame Intermédica e implantou um novo modelo de gestão, focado em proporcionar mais investimentos, inovação e tecnologia.

Saiba mais

Arritmias

 

Arritmias

O que é

As arritmias são alterações no ritmo cardíaco que na maioria das vezes acontecem de forma inesperada. Na maioria das pessoas os batimentos cardíacos giram em torno de 60 a 80 por minuto, com variações nas situações de repouso ou esforço físico. Alterações nesse funcionamento podem fazer o coração bater em ritmo acelerado (taquicardia) ou lento demais (bradicardia). Muitas são benignas e não causam sintomas, porém outras podem provocar sensação de palpitações, desmaios e risco de morte.

As arritmias podem se originar na parte superior (átrios ou supraventriculares) ou inferior do coração (ventrículos). Dentre as arritmias supraventriculares destacam-se as extra-sistoles atriais; taquicardia atrial, flutter e fibrilação atrial. A fibrilação atrial é bastante freqüente na prática clínica. Trata-se de uma alteração no ritmo cardíaco, com contrações rápidas e não coordenadas dos átrios, que atinge boa parte da população na terceira idade.

Nos ventrículos, a mais frequente é a extra-sístole, batida precoce que se assemelha a uma batida a mais no coração. Em casos raros, pode evoluir para a taquicardia ventricular e desencadear uma incapacidade dos ventrículos de impulsionar o sangue adequadamente para o organismo, podendo levar a perda da consciência e necessidade de atendimento imediato. Em casos extremos ela pode levar à fibrilação ventricular, uma das principais causas de parada cardíaca e morte cardíaca súbita no mundo. Cerca de 90% desses casos poderiam ser evitados se fossem diagnosticados precocemente.

Causas

Para o coração funcionar normalmente é preciso que um estímulo elétrico, gerado no nódulo sinusal, chegue ao coração de forma organizada. Quando existe falha na origem e condução desse estímulo, ou quando aparecem estímulos em outras partes do coração, há uma desorganização da atividade elétrica cardíaca, ocasionando uma arritmia.

O ritmo das batidas do coração pode ser modificado pelo uso de medicamentos ou por condições como disfunção da tireóide, anemia, desidratação, infecções, estresse, atividade física e ansiedade.

Sintomas

Os principais são palpitações, fraqueza, tonturas, sudorese, desmaios, confusão mental, falta de ar, mal-estar e sensação de peso no peito.

Em casos graves, a arritmia pode levar à formação de coágulos no coração, provocando um acidente vascular cerebral (AVC) ou ao comprometimento da função cardíaca levando à morte cardíaca súbita. Nesses casos, o atendimento médico imediato é fundamental.

Diagnóstico

Primeiramente é feita uma avaliação clínica e exame físico. Em alguns casos é preciso uma investigação mais detalhada, como o teste ergométrico, eletrocardiograma, o Holter – que registra o batimento cardíaco do paciente em suas atividades cotidianas 24 horas por dia, ou o Web-Loop, chamado monitor de eventos, capaz de transmitir o traçado eletrocardiográfico, por meio da internet, no momento do sintoma.

Quando não é possível identificar o problema por esses métodos não invasivos, a opção é o estudo eletrofisiológico, em que cateteres com eletrodos são inseridos na veia femural na altura da virilha e colocados em posições estratégicas do coração para que seja feito o mapeamento elétrico e localizado o foco de origem da arritmia.

Tratamento

O tratamento depende do tipo, frequência e grau da arritmia. Pode envolver desde o uso de medicamentos, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, a realização da ablação por cateter, procedimento em que se aplica energia de radiofrequência para eliminar ou atenuar focos de arritmias.

Nos casos de bradicardias, os marcapassos – equipamentos que emitem impulsos elétricos para corrigir falhas no ritmo dos batimentos – podem ser implantados embaixo da pele. Com o avanço tecnológico esses aparelhos são muito pequenos, não comprometendo o estilo de vida do paciente.

Já nos pacientes de taquicardia ventricular, pode ser implantado um desfibrilador automático, que faz a detecção do ritmo cardíaco alterado e corrige a pulsação, através da emissão de um choque para trazer o coração à frequência normal.

Em casos extremos, é necessária a realização de cirurgias. Atualmente já existem técnicas que possibilitam a correção das arritmias sem necessidade de abrir o tórax do paciente, reduzindo o tempo de recuperação e melhorando a qualidade de vida do paciente. Desde 2010, o Einstein realiza o método minimamente invasivo também com o auxílio de um robô. Por meio de um console, o cirurgião maneja os “braços” para realizar a cirurgia. O equipamento traz maior destreza, precisão, segurança e possui um sistema de captação de imagens digital de altíssima resolução.

A cirurgia robótica também pode ser associada à ablação por cateter, para o tratamento da fibrilação atrial. É a terapia híbrida, usada em pacientes que não respondem às demais técnicas.

Prevenção

Além da prática de exercícios físicos e alimentação balanceada (baixa ingestão de sal e gorduras), é essencial a avaliação médica regular (check-up) e o controle de fatores de risco de doenças como diabetes, obesidade, hipertensão e tabagismo.

 

H1N1- sintomas

 

H1N1- prevenção, sintomas e tratamento

O vírus H1N1 já matou 71 pessoas até 26 de março no país em 2016, de acordo com o governo, mais do que no ano passado inteiro, quando foram registradas 36 mortes pela infecção. A chegada antecipada do vírus e a severidade dos casos têm chamado a atenção dos médicos e provocado uma corrida às clínicas de vacinação. Veja perguntas e respostas sobre oH1N1 e outros vírus da gripe:

É comum haver tantos casos graves e mortes por gripe nesta época do ano?
Não. Houve uma antecipação da temporada de gripe no Brasil. “O esperado para seria ter o pico de casos no mês de julho. O que está acontecendo neste momento é uma antecipação de circulação doH1N1”, diz a pediatra Lucia Bricks, diretora médica de Influenza na América Latina da Sanofi Pasteur.

Especialistas discutem várias hipóteses que podem explicar a antecipação da chegada do vírus, que vão desde fatores climáticos até o aumento de viagens internacionais que podem ter trazido o H1N1 que circulava no hemisfério norte.

Também chama a atenção dos médicos a grande proporção de casos graves e mortes em adultos. Em geral, complicações costumam ser mais comuns em idosos, gestantes, crianças pequenas e outros grupos de risco.

Mais da metade dos casos graves e mortes registradas este ano foram na faixa etária de 40 a 60 anos.

Já é possivel se vacinar este ano?
As clínicas particulares já têm disponível os primeiros lotes da vacina trivalente contra influenza de 2016, que protege contra H1N1, H3N2 (ambos vírus da Influenza A) e uma cepa da Influenza B. A vacina trivalente pode ser usada a partir dos 6 meses de idade.

Já a vacina tetravalente ou quadrivalente – que além de proteger contra o H1N1, o H3N2 e a Influenza B também protege contra uma segunda cepa da Influenza B – ainda está começando a ser distribuída. A vacina tetravalente pode ser usada a partir dos 3 anos de idade.

Como será a vacinação na rede pública?
A campanha nacional de vacinação contra gripe está marcada para começar no dia 30 de abril e vai até o dia 20 de maio. Alguns estados, como São Paulo, podem antecipar a vacinação pelo SUS devido ao aumento precoce de casos da infecção. O Ministério da Saúde anunciou que começaria a enviar as doses aos estados a partir desta sexta-feira (1º).

Na rede pública, a vacinação contra influenza é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

A vacina muda todo ano?
Sim. Todo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma previsão de quais serão os vírus Influenza que devem circular no inverno do hemisfério norte e do hemisfério sul com base em amostras de pacientes coletadas em centros sentinela distribuídos em todo o mundo.

As vacinas são desenvolvidas com base nessa informação, que costuma ser divulgada pela OMS em setembro no caso do hemisfério sul. O processo de desenvolvimento da vacina é complexo e leva, em média, 6 meses.

A vacina de 2016 tem o mesmo vírus H1N1 que a de 2015. As cepas do H3N2 e do Influenza B, porém, são diferentes em relação ao ano passado.

Quem tomou a vacina no ano passado está protegido este ano?
Não. Mesmo para o vírus H1N1 que permanece o mesmo do ano passado, a quantidade de anticorpos diminui ao longo dos meses, reduzindo o grau de proteção. Em relação ao vírus H3N2 e ao Influenza B, não há proteção nenhuma, já que os vírus mudaram.

Quais são os vírus Influenza circulando este ano?
No estado de São Paulo, cerca de 60% da circulação deste ano corresponde ao vírus Influenza A/H1N1 e 40% aos vírus Influenza B, segundo informações divulgadas no Simpósio Internacional de Atualização em Influenza, evento organizado pela Faculdade de Medicina da USP em São Paulo. Os casos mais graves têm sido associados principalmente ao H1N1.

Além da vacina, quais são as medidas preventivas contra a gripe?
Lavar as mãos com frequência e manter os ambientes ventilados continuam sendo medidas de prevenção importantes contra qualquer tipo de gripe. No vídeo, o infectologista Caio Rosenthal dá dicas de como se prevenir contra a influenza:

Quais são os sintomas do H1N1?
A gripe – tanto a H1N1 quanto a H3N2 ou a Influenza B – tem como sintomas febre alta e súbita, tosse, dor de garganta, dor no corpo, dor nas articulações e dor de cabeça. No caso do H1N1, um sintoma que chama a atenção é a falta de ar e o cansaço excessivo.

É importante distinguir a gripe do resfriado comum, que é muito mais leve, com sintomas menos graves como coriza, mal estar, dor de cabeça e febre baixa.

Como é o tratamento do H1N1?
O tratamento deve envolver boa hidratação, repouso e uso do antiviral específico, prescrito pelo médico. Um deles é o Oseltamivir (mais conhecido pela marca Tamiflu), distribuído pela rede pública para hospitais e unidades básicas de saúde.

Trata-se de um antiviral específico contra o vírus Influenza, indicado para pessoas com maior risco de desenvolver complicações. É importante que o paciente consiga tomar a medicação nas primeiras 48 horas do início dos sintomas, para que a eficácia seja maior. O tratamento também pode envolver o uso de analgésicos para aliviar os sintomas.

O H1N1 que circula no Brasil tem mutação que o deixa mais perigoso?
O vírus que circula hoje no Brasil não tem certas mutações perigosas associadas a casos mais graves da doença, segundo pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará. Para chegar a essa conclusão, eles fizeram o sequenciamento parcial do genoma do vírus a partir de amostras de pacientes infectados coletadas nos primeiros meses do ano em diferentes estados do país.

Picadas ou mordeduras

Picadas ou mordeduras por animais peçonhentos

Acidentes por animais peçonhentos são aqueles provocados por picadas ou mordeduras de animais dotados de glândulas secretoras e aparelhos inoculadores de veneno.

Nos acidentes por mordidas de cobras, devemos sempre considerar como sendo de cobras venosas.

Sinais e sintomas

  • Pequena mordida na pele: pode parecer um ponto pequeno e descolorido.
  • Dor e inchaço, pode ser de desenvolvimento lento, na área da mordida.
  • Pulso rápido e respiração difícil.
  • Fraqueza.
  • Dificuldade visual.
  • Náusea e vômitos.

O que fazer

  • Manter a vítima calma e deitada.
  • Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão.
  • Cobrir com um pano limpo.
  • Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear, em caso de inchaço do membro afetado.
  • Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno.
  • Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele.
  • Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para receber o soro anti-ofídico.
  • Se possível, levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro específico.

O que não fazer

  • Não fazer torniquete, isto impede a circulação do sangue e pode causar gangrena ou necrose local.
  • Não cortar o local da ferida, para fazer ‘sangria’.
  • Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, poderá provocar infecção.

Características

A ação do veneno pode provocar as seguintes reações:

  • Proteolítica: necrose tecidual (morte do tecido lesado) devido à decomposição das proteínas.
  • Neurotóxica: ação no sistema nervoso causando queda palpebral; formigamento no local afetado, alterações de consciência e perturbações visuais.
  • Hemolítica: destruição das hemáceas no sangue.
  • Coagulante: causa deficiência na coagulação sangüínea.

Como evitar acidentes

  • Usar botas. Isto evita até 80% dos acidentes, pois as cobras picam do joelho para baixo. Mas antes de calçá-las verificar se dentro não há cobras, aranhas e outros animais peçonhentos.
  • Proteger as mãos. Não enfiar as mãos em tocas, cupinzeiros, ocos de troncos etc. Usar um pedaço de madeira para verificar se não há animais.
  • Acabar com os ratos. A maioria das cobras alimentam-se de roedores. Manter sempre limpos os terrenos, quintais e plantações evita atrais estes predadores.
  • Conservar o meio ambiente. O desmatamentos e queimadas, além de destruir a natureza, provocam mudanças de hábitos dos animais que se refugiam em celeiros ou mesmo dentro de casas. Também não se deve matar as cobras, pois elas contribuem com o equilíbrio ecológico.

Importante

O Instituto Butantan, no Brasil, fabrica soros específicos, usados na terapia de várias doenças causadas por animais peçonhentos. Esses soros são distribuídos nos Centros de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e, eventualmente, para todo o país.

Telefones Úteis

Hospital Vital Brasil – (0xx11) 3726-7962

Instituto Butantan – (0xx11) 3726-7222

Junto com a comunidade

Junto com a comunidade

As Ações na Comunidade estão distribuídas em Projetos para Crianças e Adolescentes, Projetos de Apoio Comunitário e Projetos de Excelência em Qualidade e Serviços, todas visando o desenvolvimento e a integração social. Nossa consciência de cidadania empresarial procura gradativamente intermediar pessoas e processos, para a criação de um ambiente social mais saudável em diversos aspectos importantes, como educação e saúde.

  • Projetos
  • Crianças e Adolescentes
  • Apoio Comunitário
  • Excelência em Qualidade e Serviço
  • Medicina Preventiva na Comunidade
  • Palestras
  • Palestras para a Comunidade
  • Programas Especiais
  • Voluntariado
  • Aposentados e Deficientes

Mudança de temperatura

Mudança de temperatura

Você sai de casa em trajes mais leves e, passadas poucas horas, acaba tomando um susto com a mudança de temperatura ? O seu corpo sente mais do que o desconforto causado pela falta de agasalho quando esfria de repente: processos alérgicos, resfriados e até baixa imunidade são alguns dos prejuízos comuns à saúde quando há instabilidade no clima.

Segundo o pneumologista Hassan Ahmed Yassine Neto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, quem mais sofre com as mudanças bruscas na temperatura são crianças e idosos, extremos de idade que tem em comum a imunidade baixa e/ ou um sistema respiratório frágil. “Além deles, pacientes de asma e rinite também sentem os efeitos dessa alteração, apresentando crises mesmo com o uso de remédios”, explica. Previna-se contra esses problemas com as dicas dos especialistas.

 

Beba muito líquido

“Uma boa hidratação, que inclui ingestão de frutas, legumes e verduras com bastante água, é fundamental para melhorar a imunidade, principalmente se o clima estiver seco”, afirma a pneumologista Andrea Aparecida Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz. Mesmo não sentindo sede, carregue uma garrafinha de água com você e dê pequenos goles de tempos em tempos.

Ajuste a alimentação

A alimentação balanceada deixa a imunidade nas alturas, criando uma barreira contra complicações decorrentes da queda brusca de temperatura. “Priorize alimentos que aceleram o metabolismo e opções mais calóricas, já que o corpo tende a gastar mais energia para manter o calor”, afirma o pneumologista Hassan.

Evite ambientes com muitas pessoas

“Aglomerações favorecem a transmissão de doenças pelo ar e pelo contato”, afirma Andrea. Como a queda de temperatura já deixa o corpo mais frágil, evite ficar em lugares fechados com muitas pessoas. Além disso, essa concentração pode deixar o local abafado demais, causando queda de pressão e mal-estar.

Deixe a casa ventilada

Seja para manter o calor ou evitar a entrada do sol, muitas pessoas acabam deixando suas casas completamente fechadas. Entretanto, ao impedir a circulação de ar, você favorece a proliferação ou a estagnação de vírus, fungos e bactérias no ambiente. “Eles não são levados pela corrente de ar, ficando concentrados nos cômodos da casa”, explica. Por isso, por mais fresquinha que seja sua casa ou por mais frio que esteja o tempo lá fora, abra as janelas alguns períodos do dia ? pela manhã e à tarde, principalmente.

Evite o choque térmico

Segundo Hassan, o choque de temperaturas é uma mudança bastante agressiva para quem tem as vias respiratórias mais sensíveis. “É comum haver piora derinite, tosse ou falta de ar”, afirma. Para minimizar tais problemas, evite sair de um lugar abafado para um gelado sem proteger nariz e boca com a blusa ou um cachecol e não espere estar em contato com o ar frio para se agasalhar.

 

 

1 2

Search

+