Gota hiperuricemia e Doença Renal Crônica

Gota hiperuricemia e Doença Renal Crônica

A gota é uma doença dolorosa que ocorre quando o ácido úrico , um produto de resíduos normais, acumula-se no sangue e forma cristais nas articulações e / ou rins.

Ácido úrico normalmente se dissolve no sangue, processa através do rim, e sai do corpo na urina. Se o corpo produz ácido úrico extra, ou se os rins não podem clara o suficiente, então os níveis de ácido úrico no sangue vai se tornar muito alta, uma condição conhecida como hiperuricemia (hiper-yur-i-ver-me-ya).

Hiperuricemia não é uma doença e não pode causar problemas, mas se continuar por um longo tempo e as condições no corpo são direito, os cristais podem se formar e causar gota. A maioria dos especialistas recomendam que os níveis de ácido úrico ficar abaixo de 6,0 mg / dL, a fim de prevenir ataques de gota.

Ácido úrico vem da quebra de purinas , substâncias químicas que são encontradas em ambas as nossas dietas e nossos corpos de ocorrência natural. Os alimentos e bebidas que mais contribuem para a hiperuricemia e gota incluem: a carne vermelha, carne de órgãos, marisco, cerveja, licor, e itens adoçadas com açúcar, especialmente com xarope de milho. Os problemas de saúde, tais como a obesidade, a hipertensão, elevado açúcar no sangue, e níveis elevados de colesterol podem também conduzir ao ácido úrico aumentou e o desenvolvimento de gota. E porque alguns medicamentos também podem aumentar o risco, você deve rever todos os seus medicamentos e suplementos com o seu médico. Outras causas de hiperuricemia e gota incluem doença renal, exposição ao chumbo, hipotireoidismo, doença grave ou stress, e esforço físico extremo.

Algumas pessoas com gota não têm níveis elevados de ácido úrico, por isso é muito importante para manter um estilo de vida saudável, não importa o nível. Não fumar, seguir uma dieta bem equilibrada, manter um peso saudável e exercício.

Lesões articulares e renal causada por Gota

ácido úrico cristais depositados nas articulações pode causar dor, inchaço, rigidez, deformidade, e prejudicar o movimento.

Ácido úrico cristais depositados nos rins podem tornar-se grandes pedras. Estas pedras são muito doloroso e pode causar danos permanentes nos rins por 1) formando uma obstrução que impeça os seus rins de remoção de resíduos e causar infecção, e 2) as cicatrizes rins com arestas afiadas ou. Ambos os problemas podem levar à doença renal crônica e até mesmo insuficiência renal .

Doença renal crónica ocorre quando os rins foram danificados e / ou função renal tem sido grandemente reduzido por mais de 3 meses, e é detectada com testes laboratoriais de rotina. Um destes testes é estimada taxa de filtração glomerular (EGFR) , que determina o nível da função renal. Um outro teste mede a albumina na urina e é chamado de albumina na urina-a – creatinina (ACR) . Albumina na urina pode ser um sinal de danos nos rins.

insuficiência renal ocorre quando a função renal é tão pobre que não há sintomas graves, ou quando há uma necessidade de diálise ou transplante para tratar as complicações que poderiam levar a mais doenças e morte.

Prevenir ataques de gota e danos nos rins

Foco sobre as mudanças de estilo de vida para reduzir o seu risco de desenvolver gota e danos nos rins. ácido úrico elevado é o factor de risco mais fortes para o desenvolvimento de gota, mas se eliminar as causas de ácido úrico elevado, tais como a obesidade e a pressão arterial alta, então pode impedir ataques de gota.

Siga uma dieta saudável que contém principalmente vegetais e frutas, grãos integrais e laticínios com pouca gordura. Limitar alimentos e bebidas adoçadas com açúcar, especialmente aqueles que contêm xarope de milho. Limite de álcool, carne, peixe e, especialmente camarão e a lagosta. Evite dietas radicais, porque eles podem tornar a urina mais ácida, o que torna mais difícil para o ácido úrico para dissolver.

Beber pelo menos 64 onças de água por dia (8 copos) para ajudar a reduzir o risco de formação de cálculos.

Siga o esquema de medicação prescrita pelo seu médico.

Arritmias

 

Arritmias

O que é

As arritmias são alterações no ritmo cardíaco que na maioria das vezes acontecem de forma inesperada. Na maioria das pessoas os batimentos cardíacos giram em torno de 60 a 80 por minuto, com variações nas situações de repouso ou esforço físico. Alterações nesse funcionamento podem fazer o coração bater em ritmo acelerado (taquicardia) ou lento demais (bradicardia). Muitas são benignas e não causam sintomas, porém outras podem provocar sensação de palpitações, desmaios e risco de morte.

As arritmias podem se originar na parte superior (átrios ou supraventriculares) ou inferior do coração (ventrículos). Dentre as arritmias supraventriculares destacam-se as extra-sistoles atriais; taquicardia atrial, flutter e fibrilação atrial. A fibrilação atrial é bastante freqüente na prática clínica. Trata-se de uma alteração no ritmo cardíaco, com contrações rápidas e não coordenadas dos átrios, que atinge boa parte da população na terceira idade.

Nos ventrículos, a mais frequente é a extra-sístole, batida precoce que se assemelha a uma batida a mais no coração. Em casos raros, pode evoluir para a taquicardia ventricular e desencadear uma incapacidade dos ventrículos de impulsionar o sangue adequadamente para o organismo, podendo levar a perda da consciência e necessidade de atendimento imediato. Em casos extremos ela pode levar à fibrilação ventricular, uma das principais causas de parada cardíaca e morte cardíaca súbita no mundo. Cerca de 90% desses casos poderiam ser evitados se fossem diagnosticados precocemente.

Causas

Para o coração funcionar normalmente é preciso que um estímulo elétrico, gerado no nódulo sinusal, chegue ao coração de forma organizada. Quando existe falha na origem e condução desse estímulo, ou quando aparecem estímulos em outras partes do coração, há uma desorganização da atividade elétrica cardíaca, ocasionando uma arritmia.

O ritmo das batidas do coração pode ser modificado pelo uso de medicamentos ou por condições como disfunção da tireóide, anemia, desidratação, infecções, estresse, atividade física e ansiedade.

Sintomas

Os principais são palpitações, fraqueza, tonturas, sudorese, desmaios, confusão mental, falta de ar, mal-estar e sensação de peso no peito.

Em casos graves, a arritmia pode levar à formação de coágulos no coração, provocando um acidente vascular cerebral (AVC) ou ao comprometimento da função cardíaca levando à morte cardíaca súbita. Nesses casos, o atendimento médico imediato é fundamental.

Diagnóstico

Primeiramente é feita uma avaliação clínica e exame físico. Em alguns casos é preciso uma investigação mais detalhada, como o teste ergométrico, eletrocardiograma, o Holter – que registra o batimento cardíaco do paciente em suas atividades cotidianas 24 horas por dia, ou o Web-Loop, chamado monitor de eventos, capaz de transmitir o traçado eletrocardiográfico, por meio da internet, no momento do sintoma.

Quando não é possível identificar o problema por esses métodos não invasivos, a opção é o estudo eletrofisiológico, em que cateteres com eletrodos são inseridos na veia femural na altura da virilha e colocados em posições estratégicas do coração para que seja feito o mapeamento elétrico e localizado o foco de origem da arritmia.

Tratamento

O tratamento depende do tipo, frequência e grau da arritmia. Pode envolver desde o uso de medicamentos, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, a realização da ablação por cateter, procedimento em que se aplica energia de radiofrequência para eliminar ou atenuar focos de arritmias.

Nos casos de bradicardias, os marcapassos – equipamentos que emitem impulsos elétricos para corrigir falhas no ritmo dos batimentos – podem ser implantados embaixo da pele. Com o avanço tecnológico esses aparelhos são muito pequenos, não comprometendo o estilo de vida do paciente.

Já nos pacientes de taquicardia ventricular, pode ser implantado um desfibrilador automático, que faz a detecção do ritmo cardíaco alterado e corrige a pulsação, através da emissão de um choque para trazer o coração à frequência normal.

Em casos extremos, é necessária a realização de cirurgias. Atualmente já existem técnicas que possibilitam a correção das arritmias sem necessidade de abrir o tórax do paciente, reduzindo o tempo de recuperação e melhorando a qualidade de vida do paciente. Desde 2010, o Einstein realiza o método minimamente invasivo também com o auxílio de um robô. Por meio de um console, o cirurgião maneja os “braços” para realizar a cirurgia. O equipamento traz maior destreza, precisão, segurança e possui um sistema de captação de imagens digital de altíssima resolução.

A cirurgia robótica também pode ser associada à ablação por cateter, para o tratamento da fibrilação atrial. É a terapia híbrida, usada em pacientes que não respondem às demais técnicas.

Prevenção

Além da prática de exercícios físicos e alimentação balanceada (baixa ingestão de sal e gorduras), é essencial a avaliação médica regular (check-up) e o controle de fatores de risco de doenças como diabetes, obesidade, hipertensão e tabagismo.

 

Infarto do Miocárdio

Infarto do Miocárdio

Infarto do Miocárdio, também conhecido como ataque cardíaco, é a morte das células de uma porção do músculo do coração, em decorrência da formação de um coágulo (trombo) que interrompe, de forma súbita e intensa, o fluxo de sangue no interior da artéria coronária.

A principal causa do infarto é a aterosclerose, processo no qual placas de gordura se desenvolvem, ao longo dos anos, no interior das artérias coronárias, criando dificuldade à passagem do sangue.

Na maioria dos casos, o infarto ocorre quando há o rompimento de uma dessas placas, levando a formação do trombo e interrupção do fluxo sanguíneo.

Cada artéria coronária irriga uma região específica do coração. Sendo assim, a localização do infarto dependerá da artéria obstruída. Mais raramente, o infarto pode ser causado por espasmo da artéria coronária (contração súbita da parede da artéria) interrompendo o fluxo de sangue ou por desprendimento de um coágulo originado dentro do coração e que se aloja no interior da coronária.

Nos diabéticos e nos idosos, o infarto pode ser “silencioso”, sem sintomas específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito que apresentado por esses pacientes.

Fatores de risco

Tabagismo

O cigarro é o maior fator de risco para a morte cardíaca súbita.

Colesterol

O colesterol ruim (LDL), quando em excesso, deposita-se no interior das artérias, levando à aterosclerose.

Diabetes mellitus

A chance de ocorrência de infarto em diabéticos é 2 a 4 vezes maior.llitu

Hipertensão arterial farto

 

Metade das pessoas que infartam é hipertensa.

Obesidade

Especialmente, a obesidade abdominal (acúmulo de gordura na região da cintura) aumenta a chance de um ataque cardíaco.

Estresse e Depressão

Além de fator de risco, quando não tratados, pioram a evolução dos pacientes após o infarto.

Complicações

Arritmias cardíacas

Alterações do ritmo cardíaco são frequentes na vigência do infarto. Metade dos pacientes morre antes de chegar ao serviço de saúde (pronto socorro ou hospital) em decorrência de arritmias.

Insuficiência Cardíaca

Quanto mais extensa a área do infarto maior a chance de ocorrer enfraquecimento do músculo cardíaco. Em tal situação, o coração não conseguirá bombear adequadamente o sangue para o corpo, resultando em insuficiência cardíaca.

Sintomas

  • Dor ou desconforto no peito que pode irradiar-se para as costas, mandíbula, braço esquerdo e, mais raramente, para o braço direito. A dor costuma ser intensa e prolongada, acompanhada de sensação de peso ou aperto sobre tórax. Menos frequentemente, a dor é localizada no abdome, podendo ser confundida com gastrite ou esofagite de refluxo.
  • Falta de ar. Especialmente nos idosos, esse pode ser o principal sintoma do infarto.
  • Outros sintomas incluem sudorese (suor em excesso), palidez e alteração dos batimentos cardíacos.

Tratamento

O infarto do miocárdio é uma emergência médica. Metade das mortes por IAM ocorre nas primeiras horas após o início dos sintomas. Quanto mais precoce o tratamento, menor será o dano ao miocárdio.

  • Chamar imediatamente um serviço de emergência (SAMU 192)

Convulsão

Convulsão

Convulsões são contrações musculares involuntárias de parte ou de todo o corpo, decorrentes do funcionamento anormal do cérebro. Têm duração aproximada de 3 a 5 minutos.

Características

Fase Tônica

Manifesta-se pela contratura generalizada da musculatura (rigidez do corpo e dentes cerrados).

Fase Clônica

Manifesta-se por abalos musculares, salivação excessiva, perda ou não do controle dos esfíncteres da bexiga (músculo que controla a saída da urina).

Fase Pós-Convulsão

Caracterizada por sonolência e confusão mental.

Causas

  • Febre alta (hipertermia) em crianças abaixo de 4 anos.
  • Intoxicações (por álcool e medicamentos, por exemplo).
  • Infecções (por HIV e meningites, por exemplo).
  • Epilepsia.
  • Traumatismo cranioencefálico.
  • Tumor cerebral.

Sinais e sintomas

  • Perda da consciência e queda ao solo.
  • Contrações musculares violentas.
  • Podem ocorrer palidez intensa e lábios azulados.
  • Pode haver eliminação de fezes e urina.
  • Dentes travados e salivação abundante (‘baba’).

O que fazer

  • Afastar a vítima de lugares perigosos, como por exemplo, áreas com piscina e com objetos cortantes.
  • Retirar objetos pessoais como: óculos, colares, anéis etc..
  • Proteger a cabeça, mas deixando-a livre para agitar-se à vontade.
  • Manter a vítima de barriga para cima (decúbito dorsal) e a cabeça lateralizada, para evitar engasgos.
  • Proteger a boca, observando se a língua não está sendo mordida. Caso os dentes estejam cerrados, não forçar a abertura da boca.
  • Afrouxar as roupas, se necessário.
  • Observar a respiração durante e após a crise.
  • Encaminhar ao serviço de saúde, após a crise.

O que não fazer

  • Não jogar água no rosto da vítima ou oferecer-lhe algo para cheirar durante a crise.

Picadas ou mordeduras

Picadas ou mordeduras por animais peçonhentos

Acidentes por animais peçonhentos são aqueles provocados por picadas ou mordeduras de animais dotados de glândulas secretoras e aparelhos inoculadores de veneno.

Nos acidentes por mordidas de cobras, devemos sempre considerar como sendo de cobras venosas.

Sinais e sintomas

  • Pequena mordida na pele: pode parecer um ponto pequeno e descolorido.
  • Dor e inchaço, pode ser de desenvolvimento lento, na área da mordida.
  • Pulso rápido e respiração difícil.
  • Fraqueza.
  • Dificuldade visual.
  • Náusea e vômitos.

O que fazer

  • Manter a vítima calma e deitada.
  • Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão.
  • Cobrir com um pano limpo.
  • Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear, em caso de inchaço do membro afetado.
  • Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno.
  • Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele.
  • Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para receber o soro anti-ofídico.
  • Se possível, levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro específico.

O que não fazer

  • Não fazer torniquete, isto impede a circulação do sangue e pode causar gangrena ou necrose local.
  • Não cortar o local da ferida, para fazer ‘sangria’.
  • Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, poderá provocar infecção.

Características

A ação do veneno pode provocar as seguintes reações:

  • Proteolítica: necrose tecidual (morte do tecido lesado) devido à decomposição das proteínas.
  • Neurotóxica: ação no sistema nervoso causando queda palpebral; formigamento no local afetado, alterações de consciência e perturbações visuais.
  • Hemolítica: destruição das hemáceas no sangue.
  • Coagulante: causa deficiência na coagulação sangüínea.

Como evitar acidentes

  • Usar botas. Isto evita até 80% dos acidentes, pois as cobras picam do joelho para baixo. Mas antes de calçá-las verificar se dentro não há cobras, aranhas e outros animais peçonhentos.
  • Proteger as mãos. Não enfiar as mãos em tocas, cupinzeiros, ocos de troncos etc. Usar um pedaço de madeira para verificar se não há animais.
  • Acabar com os ratos. A maioria das cobras alimentam-se de roedores. Manter sempre limpos os terrenos, quintais e plantações evita atrais estes predadores.
  • Conservar o meio ambiente. O desmatamentos e queimadas, além de destruir a natureza, provocam mudanças de hábitos dos animais que se refugiam em celeiros ou mesmo dentro de casas. Também não se deve matar as cobras, pois elas contribuem com o equilíbrio ecológico.

Importante

O Instituto Butantan, no Brasil, fabrica soros específicos, usados na terapia de várias doenças causadas por animais peçonhentos. Esses soros são distribuídos nos Centros de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e, eventualmente, para todo o país.

Telefones Úteis

Hospital Vital Brasil – (0xx11) 3726-7962

Instituto Butantan – (0xx11) 3726-7222

Junto com a comunidade

Junto com a comunidade

As Ações na Comunidade estão distribuídas em Projetos para Crianças e Adolescentes, Projetos de Apoio Comunitário e Projetos de Excelência em Qualidade e Serviços, todas visando o desenvolvimento e a integração social. Nossa consciência de cidadania empresarial procura gradativamente intermediar pessoas e processos, para a criação de um ambiente social mais saudável em diversos aspectos importantes, como educação e saúde.

  • Projetos
  • Crianças e Adolescentes
  • Apoio Comunitário
  • Excelência em Qualidade e Serviço
  • Medicina Preventiva na Comunidade
  • Palestras
  • Palestras para a Comunidade
  • Programas Especiais
  • Voluntariado
  • Aposentados e Deficientes

Mudança de temperatura

Mudança de temperatura

Você sai de casa em trajes mais leves e, passadas poucas horas, acaba tomando um susto com a mudança de temperatura ? O seu corpo sente mais do que o desconforto causado pela falta de agasalho quando esfria de repente: processos alérgicos, resfriados e até baixa imunidade são alguns dos prejuízos comuns à saúde quando há instabilidade no clima.

Segundo o pneumologista Hassan Ahmed Yassine Neto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, quem mais sofre com as mudanças bruscas na temperatura são crianças e idosos, extremos de idade que tem em comum a imunidade baixa e/ ou um sistema respiratório frágil. “Além deles, pacientes de asma e rinite também sentem os efeitos dessa alteração, apresentando crises mesmo com o uso de remédios”, explica. Previna-se contra esses problemas com as dicas dos especialistas.

 

Beba muito líquido

“Uma boa hidratação, que inclui ingestão de frutas, legumes e verduras com bastante água, é fundamental para melhorar a imunidade, principalmente se o clima estiver seco”, afirma a pneumologista Andrea Aparecida Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz. Mesmo não sentindo sede, carregue uma garrafinha de água com você e dê pequenos goles de tempos em tempos.

Ajuste a alimentação

A alimentação balanceada deixa a imunidade nas alturas, criando uma barreira contra complicações decorrentes da queda brusca de temperatura. “Priorize alimentos que aceleram o metabolismo e opções mais calóricas, já que o corpo tende a gastar mais energia para manter o calor”, afirma o pneumologista Hassan.

Evite ambientes com muitas pessoas

“Aglomerações favorecem a transmissão de doenças pelo ar e pelo contato”, afirma Andrea. Como a queda de temperatura já deixa o corpo mais frágil, evite ficar em lugares fechados com muitas pessoas. Além disso, essa concentração pode deixar o local abafado demais, causando queda de pressão e mal-estar.

Deixe a casa ventilada

Seja para manter o calor ou evitar a entrada do sol, muitas pessoas acabam deixando suas casas completamente fechadas. Entretanto, ao impedir a circulação de ar, você favorece a proliferação ou a estagnação de vírus, fungos e bactérias no ambiente. “Eles não são levados pela corrente de ar, ficando concentrados nos cômodos da casa”, explica. Por isso, por mais fresquinha que seja sua casa ou por mais frio que esteja o tempo lá fora, abra as janelas alguns períodos do dia ? pela manhã e à tarde, principalmente.

Evite o choque térmico

Segundo Hassan, o choque de temperaturas é uma mudança bastante agressiva para quem tem as vias respiratórias mais sensíveis. “É comum haver piora derinite, tosse ou falta de ar”, afirma. Para minimizar tais problemas, evite sair de um lugar abafado para um gelado sem proteger nariz e boca com a blusa ou um cachecol e não espere estar em contato com o ar frio para se agasalhar.

 

 

Casos de Alta Complexibilidade

CASE – Casos de Alta Complexibilidade
CASE – Casos de Alta Complexibilidade
O paciente desse programa recebe suporte específico moldado para cada caso, com estrutura de saúde concebida com esta finalidade.
As diversas necessidades especiais requerem cuidados e atenção de vários tipos de serviços e profissionais que precisam estar bem coordenados entre si.
A disponibilidade de uma central telefônica 24 horas garante o conforto e proporciona segurança aos pacientes e seus familiares.
O atendimento do CASE proporciona um controle efetivo dos problemas da doença, melhorando a qualidade de vida tanto dos pacientes quanto dos seus familiares e cuidadores.
Profissionais que trabalham no CASE
O programa de acompanhamento multiprofissional atua com uma equipe multidisciplinar que trabalha de forma conjunta: Médicos, Enfermeiros, Auxiliares de Enfermagem, Fisioterapeutas e Psicólogos, Assistentes Sociais, Nutricionistas e Administrativos. Todos os profissionais são altamente qualificados e direcionados para o bem-estar do paciente.

Preventiva Premiada

PP – Preventiva Premiada
PGS – Programa de Gestação Segura
O Preventiva Premiada é um Programa exclusivo e gratuito para os associados da Intermédica. Estimula as boas práticas de saúde e o desenvolvimento de autocuidados, objetivando ( ou afim de ) melhorar a Qualidade de Vida, evitar doenças e possíveis complicações , assim como, conscientizar os participantes sobre a importância da Medicina Preventiva no nosso dia a dia.”
O “MÓDULO I – GESTAÇÃO SEGURA, ALEITAMENTO E VACINAÇÃO” beneficia as futuras mamães e seus bebês. Promove orientações durante o pré-natal e pós-parto, amamentação e vacinação infantil. Sempre que a mamãe praticar as boas ações para cuidados com sua própria saúde e do seu bebê, poderá converter em pontos que se transformarão em prêmios, conforme a tabela de pontuação de cada módulo.
Neste Programa, quanto mais você se cuida, mais você ganha!!!

Programa de Assistência ao Idoso

Programa de Assistência ao Idoso

PAI – Programa de Assistência ao Idoso
PAI – Programa de Assistência ao IdosoO QUE É O PAI?
O PAI é o Programa de Assistência ao Idoso da Intermédica. Este programa proporciona um atendimento integral aos idosos, por meio de equipes multidisciplinares, chefiadas por médicos Geriatras e compostas por Fisioterapeutas, Nutricionistas, Assistentes Sociais, Terapeutas Ocupacionais e Fonoaudiólogas.
OBJETIVO
Proporcionar envelhecimento saudável aos idosos, com mais de 60 anos e perda funcional (dificuldade para realização das atividades de vida diária).
COMO SE CANDIDATAR?
Todas as pessoas com 60 anos ou mais, atendidas nos Centros Clínicos ou Pronto-Socorros da Intermédica serão convidadas a responder um questionário, que avalia se essas pessoas têm o perfil para serem atendidas no PAI. Aqueles que tiverem o perfil adequado serão contatadas por telefone, dentro de duas semanas após terem respondido o questionário, para agendar uma primeira consulta no PAI.
ONDE E QUANDO FUNCIONA O PAI?
Unidade Qualivida – Higienópolis
Rua Brasílio Machado, 91 – Higienópolis – São Paulo – SP
Agendamento de Consultas: (0xx11) 36601050
Atendimento de segunda a sexta, das 08:00 às 18:00hs.

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