Sobre Diabetes Você está em risco ?
Sobre Diabetes Você está em risco?
As pessoas com doença renal ou insuficiência renal estão em risco de doença cardíaca. Na verdade, é muito comum. Estas dez dicas podem ajudar a diminuir o risco de contrair doenças cardíacas -ou ajudar a manter a doença cardíaca se agrave.
Dica 9: Converse com seu médico sobre tomar aspirina para prevenir ataques cardíacos
Problema geralmente está associado à aterosclerose A angina é uma dor ou desconforto no peito causada pela diminuição do fluxo de sangue no coração. Geralmente está associada à doença arterial coronariana (ou aterosclerose), podendo se manifestar de forma súbita ou recorrente.
Essa dor ocorre porque, com o acúmulo de gordura na parede das artérias (aterosclerose), o músculo cardíaco não recebe a quantidade adequada de oxigênio necessária para o seu funcionamento.
Tipos e causas
Existem dois tipos de angina: estável e instável. A primeira é a forma mais comum, que ocorre em situações de esforço, como subir escadas ou fazer exercícios físicos, e desaparece com o repouso. Isso acontece porque o coração precisa de mais oxigênio, e a quantidade de sangue bombeada não é suficiente para oxigená-lo. Além de atividade física, o estresse emocional, temperaturas frias, refeições pesadas e tabagismo também podem causar esse tipo de dor.
Já na angina instável o desconforto não é amenizado com o repouso. A dor surge de forma súbita, geralmente no repouso, por um bloqueio ou redução do fluxo sanguíneo nas artérias do coração. É um sintoma perigoso, pois geralmente precede o ataque cardíaco. Além do entupimento das artérias, as causas desse tipo de angina são tabagismo, estresse, uso de drogas como cocaína e medicamentos que estimulam a contração das artérias.
A angina também pode estar associada a outras doenças, como hipertensão arterial, disfunção na válvula aórtica e insuficiência cardíaca.
Fatores de risco
Tabagismo, diabetes, hipertensão arterial não controlada, colesterol e triglicérides em níveis mais altos do que o recomendado, sedentarismo, obesidade, stress, idade (a partir dos 45 anos) e herança genética.
Sintomas
O principal é a dor. Os pacientes que têm angina relatam uma sensação de aperto, pressão, peso e compressão na região do tórax que podem se estender até os ombros, braços, pescoço e costas. Muitas pessoas confundem com dor de indigestão. Na dúvida, o recomendado é procurar um médico imediatamente.
Diagnóstico
Para a investigação do diagnóstico, além de um exame clínico, é analisada a presença de fatores de risco, como hipertensão ou diabetes, e se há história de angina na família. Também contribuem para a detecção da doença exames como eletrocardiograma, teste de esforço, radiografia, ecocardiograma, cateterismo e testes para verificar os índices de colesterol, glicose e proteína PCR. Quando esses índices estão alterados pode ser sinal de inflamação na parede das artérias.
Prevenção
Adoção de hábitos saudáveis, como praticar atividade física regularmente e manter uma dieta equilibrada, cessação do tabagismo, controle da diabetes e da pressão e redução do nível de estresse.
Tratamento
Além da mudança de estilo de vida, pode ser feito tratamento com medicamentos e exercícios de reabilitação cardíaca.
Infarto do Miocárdio, também conhecido como ataque cardíaco, é a morte das células de uma porção do músculo do coração, em decorrência da formação de um coágulo (trombo) que interrompe, de forma súbita e intensa, o fluxo de sangue no interior da artéria coronária.
A principal causa do infarto é a aterosclerose, processo no qual placas de gordura se desenvolvem, ao longo dos anos, no interior das artérias coronárias, criando dificuldade à passagem do sangue.
Na maioria dos casos, o infarto ocorre quando há o rompimento de uma dessas placas, levando a formação do trombo e interrupção do fluxo sanguíneo.
Cada artéria coronária irriga uma região específica do coração. Sendo assim, a localização do infarto dependerá da artéria obstruída. Mais raramente, o infarto pode ser causado por espasmo da artéria coronária (contração súbita da parede da artéria) interrompendo o fluxo de sangue ou por desprendimento de um coágulo originado dentro do coração e que se aloja no interior da coronária.
Nos diabéticos e nos idosos, o infarto pode ser “silencioso”, sem sintomas específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito que apresentado por esses pacientes.
O cigarro é o maior fator de risco para a morte cardíaca súbita.
O colesterol ruim (LDL), quando em excesso, deposita-se no interior das artérias, levando à aterosclerose.
A chance de ocorrência de infarto em diabéticos é 2 a 4 vezes maior.llitu
Metade das pessoas que infartam é hipertensa.
Especialmente, a obesidade abdominal (acúmulo de gordura na região da cintura) aumenta a chance de um ataque cardíaco.
Além de fator de risco, quando não tratados, pioram a evolução dos pacientes após o infarto.
Alterações do ritmo cardíaco são frequentes na vigência do infarto. Metade dos pacientes morre antes de chegar ao serviço de saúde (pronto socorro ou hospital) em decorrência de arritmias.
Quanto mais extensa a área do infarto maior a chance de ocorrer enfraquecimento do músculo cardíaco. Em tal situação, o coração não conseguirá bombear adequadamente o sangue para o corpo, resultando em insuficiência cardíaca.
O infarto do miocárdio é uma emergência médica. Metade das mortes por IAM ocorre nas primeiras horas após o início dos sintomas. Quanto mais precoce o tratamento, menor será o dano ao miocárdio.